segunda-feira, 2 de março de 2009

Na expectativa...

Essa semana é diferente. Nego pode falar: "Ah! Vai ser uma merda!", "Ah! quero nem saber" ou "Prefiro ver Pay per View do BBB9 às 7 da manhã do que ver esse filme..." Mas tá todo mundo ASSIM com a estréia de "Watchmen" nos cinemas. ASSIM pode ser interpretado de duas maneiras: ASSIM doido pra ver o filme pra poder ter motivo pra falar mal, ou ASSIM de ansiedade pra ver se o negócio vai prestar ou não. Eu to mais nessa segunda parte aí...

Enquanto o filme não sai nas telonas nem nos torrents da vida, a gente se contenta (ou se descontenta) com a trilha sonora que já caiu na rede.



Clique na imagem pra baixar.

Tracklist:

1. Desolation Row – My Chemical Romance
2. Unforgettable – Nat King Cole
3. The Times They Are A-Changin’ – Bob Dylan
4. The Sound Of Silence – Simon & Garfunkel
5. Me & Bobby McGee – Janis Joplin
6. I’m Your Boogie Man – KC & The Sunshine Band
7. You’re My Thrill – Billie Holiday
8. Pruit Igoe & Prophecies – The Philip Glass Ensemble
9. Hallelujah – Leonard Cohen
10. All Along The Watchtower – Jimi Hendrix
11. Ride of the Valkyries – Budapest Symphony Orchestra
12. Pirate Jenny – Nina Simone

Fato é que tem uma boa porção de músicas boas. Gênios como Hendrix, Dylan, Cohen, Billie Holiday, Nat King Cole, Nina Simone e por aí vai. Algumas dão um pouco o tom sombrio que o filme deve ter como "Hallelujah" e "You’re My Thrill". Joplin e Simon & Garfunkel dão uma amenizada. A cavalgada das Valquírias sempre mexe comigo, Damm You Coppola! E por aí vai...

As notas tristes ficam por conta da ausência (inexplicável) das músicas de Smashing Pumpkins e Muse que estavam nos trailers até então conhecidos aqui no brasil. Dariam um peso muito maior pra trilha. My Chemical Romance também me pareceu um erro. Não necessariamente por ser o MCR, mas por estar lá e Smashing Pumpkins e Muse não. Claro que a inclusão do MCR tem a intenção aproximar o público mais jovem e blá blá blá. Pra dar uma amenizada colocaram eles fazendo um cover do Bob Dylan. Pra mim erraram. Salvas as restrições é uma bela mixtape. Falta saber como vai funcionar no filme.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

"Who loves the devil, who'll sing his song? I will kiss the devil on his tongue."

Se no começo o Rock era coisa do capeta, do demo e era má influência para os jovens dos anos 50 e 60 por conta da rebeldia e dos quadris dançantes, nos dias atuais podemos supor que: ou o rock, ou o capeta, são figuras bem quistas entre nós.

Acontece que a aura do rock malvado, que anda bêbado de harley-davidson pelas estradas quebrando garrafas de cerveja em prostitutas gostosonas ainda não morreu. E que não morra.

Capitaneada por Jesse "The Devil" Hughes e por Josh "Baby Duck" Homme, a Eagles Of Death Metal (EoDM) não é uma banda de Death metal. É uma banda de Rock. Rock puro, barulhento, divertido e, é claro, do capeta.

Nascida em 1998, lançou seu primeiro disco em 2004 "Peace, Love and Death Metal", em 2006 "Death By Sexy" e em 2008 "Heart On". Genialidades à parte, são todos bons discos. "Peace, Love and Death Metal" estampa na sua capa o clima que envolve essa banda: Rock, gozação, diversão e, é claro, o capeta.

Despreocupado e despretensioso, "PLaDM" dá a sensação de que os integrantes saíram de um boteco, foram para um estúdio e lá sentaram e gravaram tudo de uma vez tamanha a naturalidade com que o disco se desenrola. Nada de revolucionar a música, nem fazer shows pra 300 mil pessoas, eles só querem tocar rock and roll, beber umas cervejas e se divertir. Dançar com "Only Want You" e "Alyssa" (que já nasceram hits) e "Bad Dream Mama" (com um refrão um tanto estranho "I Want To Be Your Monkey!"), cantar para o capeta em "Kiss The Devil" e "Already Died" e dar até umas risada com os "ensaios" de "English Girl" e com as intermináveis voltas de "San Berdoo Bunburn".


Clique na imagem pra baixar.

Tracklist:

1 I Only Want You (2:49)
2 Speaking In Tongues (2:49)
3 So Easy (4:00)
4 Flames Go Higher (2:53)
5 Bad Dream Mama (3:02)
6 English Girl (2:38) (w/Alain Johannes - piano)
7 Stacks O' Money (2:48)
8 Midnight Creeper (1:57)
9 Stuck In The Metal (3:18)
10 Already Died (2:59) (w/Nick Oliveri - bass)
11 Kiss The Devil (2:53) (w/Natasha Shneider - vocals & Alain Johannes - piano)
12 Whorehoppin (Shit, Goddamn) (3:34)
13 San Berdoo Sunburn (3:42) (w/Nick Oliveri - bass)
14 Wastin' My Time (2:42) (w/ Alain Johannes - vocals)

Anos depois boa parte da sonoridade mais crua desenvolvida nos EoDM, Josh Homme colocaria em prática no Queens Of The Stone Age em faixas de "Lullabies To Paralize" e "Era Vulgaris", especialmente nesse último, como "Misfit Love", por exemplo.

Profícuo como tem sido, só nos basta esperar mais de Josh e Jesse. "Heart On", está aí e tbm é um baita disco. E continua sendo do capeta. E continua sendo divertido. E continua sendo Rock and Roll.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Quase 4 meses depois, o Oriente Médio...

Poisé, 4 meses é muito tempo. É o tempo que eu não postava aqui. É também o tempo que o feto demora pra fazer seu primeiro xixi. É o tempo também que um porco demora para dar cria.

O e que o Oriente Médio tem a ver com isso?

Durante esses 4 meses ouvi bastante coisa, mas uma das bandas que mais me chamou a atenção foi essa desconhecida australiana "The Middle East". Fuçando em blogs e tentando fazer um apanhado do que tinha sido feito de bom em 2008 acabei achando essa belíssima banda. Uma grata surpresa. "The Recordings Of The Middle East" é o seu primeiro álbum e eles tem também um split EP. É muito difícil achar informações sobre a banda, principalmente pq se vc mandar um "middle East" no google vc vai achar 8mil bizilhões de respostas, falando desse Middle East. O que eu achei acabou se resumindo a saber dos discos e que os 5 integrantes da banda são australianos (assim como os meus queridos do Silverchair) e a uma cacetada de elogios ao disco.

Pegue uma pitada de folk, 2 fatias de post-rock, misture vocais belíssimos e delicados, arranjos igualmente belos, uma gotinha felicidade, 1 xícara daquela tristezinha boa, leve ao aparelho de som. 8 músicas e 51 minutos depois me digam o que acharam. Destaque para a música mais feliz do mundo "Blood" (coros de lálálálálálá acabam comigo), a épica "The Fall Of The Man" e a belíssima e não menos épica (com 13 minutos) "Tsietsi".



Clique na imagem para baixar.

Tracklist:

1 The Darkest Side (05:07)
2 Beleriand (05:01)
3 Lonely (07:27)
4 Blood (05:27)
5 Fool’s Gold (03:14)
6 Pig Food (07:11)
7 The Fall of Man (05:40)
8 Tsietsi (13:01)

Lindíssimo.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Êxodo Rural

O Kings Of Leon tornou-se uma banda conhecida a alguns anos. Naqueles longíquos anos de 2003 enquanto rolava aquela explosão de várias bandas salvadoras do rock e tudo mais (parecia que qualquer banda que tivesse um "The" salvaria o rock). The Hives, The White Stripes entre outros também despontaram nessa época. Algumas delas até "salvaram", mas a maioria, até antecipando o que vemos hoje (bandas de um disco só), acabou sendo esquecida.

"Youth & Young Manhood" foi muito comentado quando do seu lançamento. Vários gostaram, vários não. Pra "facilitar" diz-se então que o som do Kings Of Leon era um rock caipira (southern rock). Outro traço da banda, comum em "primeiros discos" o vigor da juventude, um rock mais dançante mas vigoroso com guitarras mais "limpas" já se notaria desde a primeira música. E, principalmente, no grande hit da banda "Molly´s Chambers" que fez o disco chegar em 3º lugar nas paradas britânicas.

E não foi diferente no segundo disco da banda: "Aha Shake Heartbreak" de 2004. O álbum tem ótimas músicas como "King Of The Rodeo", "Pistol Of Fire" e "The Bucket" (que tem um clipe bem legal inclusive). No entanto o cd inteiro está rodeado dessa atmosfera country, blues. Os gritinhos roucos De Caleb Followill, as sonoridades das guitarras e também as batidas e levadas das músicas faziam se sentir no meio do texas numa casinha abraçando o seu bezerro de estimação. Não só a sonoridade do disco como também as letras nos levavam a sentir assim. Mas ainda sim com um rock vigoroso.

Em 2007 o grupo voltou em grande forma: "Because Of The Times" é pra mim o melhor disco do Kings Of Leon. É a mistura do que eles tem de melhor atualmente: melodia mas trabalhada, "perda" da "inocência caipira" dos dois primeiros discos, um rock tocado com vigor e barulhento e o começo de algumas experimentações (a primeira música tem 7 minutos). E é uma baita música. Chegou a ser colocado pela NME como o 6º melhor album daquele ano. Baita cd. A sonoridade apesar de tantas transformações ainda remetia aos discos anteriores mas bem mais comedidamente.

Como num êxodo rural, "Only By The Night" o, recém-lançado, quarto álbum dos caras não lembra mais o interior. A incursão de elementos eletrônicos em algumas músicas como na ótima "Closer" me faz esquecer do bezerro e pensar no cotidiano, que por deifinição é uma coisa ligada à cidade, à vida urbana. O disco é muito bom sim, tem ótimas músicas e a minha crítica não vai para a falta do choro do bezerro, e sim para um disco sem o vigor dos anteriores. "Only By The Night" tem as melodias bastante trabalhadas (não mais que os outros ou o BOTT principalmente) mas trabalhada para ter outros fins, atingir outras coisas. Recheados de baladas e músicas mais sombrias (me arriscaria a dizer) ganha pela atmosfera. Que não é mais a mesma. "OBTN" tem grande presença das guitarras distorcidas que desde BOTT estavam sendo usadas e que era um recurso pouco utilizado pela banda nos primeiros discos.

A única coisa que ainda lembra o bezerro (enquanto conceito) são os vocais de Caleb. Mas não colquem palavras na minha boca. Isso Não é uma comparação.

Kings Of Leon - Only By The Night



tem também essa capa alternativa que é muito mais legal !

Tracklist:

01. Closer 3:57
02. Crawl 4:06
03. Sex On Fire 3:23
04. Use Somebody 3:50
05. Manhattan 3:24
06. Revelry 3:21
07. 17 3:05
08. Notion 3:00
09. I Want You 5:07
10. Be Somebody 3:47
11. Cold Desert 5:34

Meu Top Five:

1 Closer
2 Sex On Fire
3 Use Somebody (quero ver quem são sai cantando "Iuuuseee Somebodeeee")
4 I Want You
5 Crawl

COMA !

ou BEBA !

bejomeligprairpropólonorteplis

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Querida Ciência,

é possível algo foda ficar ainda mais foda? Não, eu não to falando do pão de queijo que a minha mãe faz não. Eu também não to falando do preço dos ingressos do TIM FESTIVAL.

Tv On The Radio

É. Quem já ouviu os discos anteriores dos caras sabe que é chumbo grosso. Desperate Youth, Blood Thirsty Babes (2004) e Return To Cookie Mountain (2006) são ótimos discos. Especialmente o último. Mas como eu vinha dizendo: é possível algo foda ficar mais foda ainda? Se estamos falando do Tv On The Radio, sim.

Dear Science é foda e ponto final.



Track List

1. Halfway Home 5:31
2. Crying 4:10
3. Dancing Choose 2:56
4. Stork & Owl 4:01
5. Golden Age 4:11
6. Family Tree 5:33
7. Red Dress 4:25
8. Love Dog 5:36
9. Shout Me Out 4:15
10. DLZ 3:48
11. Lover's Day 5:54

Sobre o disco: mantendo a tradição dos cds anteriores, Dear Science tem arranjos fodásticos. Adicionados a uma percussão agressiva, sintetizadores new rave e melodias vocais. Ou seja, tudo que a banda já vinha fazendo nos discos anteriores, mas na minha opinião faz melhor nesse último. Abre pesado com "Halfway Home". Continua ótimo com a funk-eletrônica "Crying" (pra mim a melhor do disco). Emenda com "Dancing Choose" que é talvez a música mais porrada e mais dançante feita pelo "TV" (se me permitem o apelido). Em "Golden Age" (primeiro single e clipe do disco - clipe este, diga-se de passgem, dos mais bizarros dos que eu tenho visto) uma volta ao glam-rock a lá David Bowie com os vocais do arranjador e guitarrista Kyp Malone.
Merece destaque também "Red Dress" em que se mostra a feliz parceria com a banda novaiorquina Antibalas. Musicão.
"DLZ" meio obscura é a mais sombria. e "Lover´s Day" termina o cd em clima de celebração: uma marcha em favor do amor, do sexo e tudo mais que vem embutido na parada.

MEU TOP FIVE:

1) Crying
2) Red Dress
3) Dancing Choose
4) Golden Age
5) DLZ

COMA !

seria bacana também quem lesse e tivesse saco pra baixar e ouvir e tiver saco pra terminar de ler essa frase insuportável postasse tbm o que achou do disco. Se gosta ou não. Se concorda ou discorda. Top Fives e tal.

bom por hoje é isso. Prometo postar mais vezes. PROMETO.

beijomeligaprairnoskolbeatsverojustice

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Segunda Fornada - o comentário

Aê !

disse que voltava ainda hoje...

volto agora pra não deixar passar batido o disco do Of Montreal...tenho que falar algumas coisas né...jogo a bomba e fujo?! hahah

bom o quê dizer? que é bom?! que é esquisito?!

É um bom disco...não conheço muito da carreira do Of Montreal mas pelo que andei lendo é o menos pop que eles já fizeram. Isso pq o Of Montreal é considerado uma banda pop. Mas mesmo assim os elementos estão lá, o chacoalhar do esqueleto tá lá, os barulhinhos tão lá e as batidas também. E como sempre letras bastante inteligentes e despojadas e não indicada para menores de 18 que entendam inglês. A maioria das letras gira em torno de sexo. "you only like him because he is sexualy appealing", "i wanna know what is like to be inside you".

O pop do Of Montreal nunca foi muito trivial. Sempre havia ali algo estranho, alguma aventura melódica de Kevin Barnes (frontman e autor das letras e melodias da banda). Experimentando aqui e ali "Skeletal Lamping" dá a impressão que as coisas começam bem, dançantes, animadas, bonitinhas e acabam num mergulho no experimentalismo como Riffs pesadissimos ("Nonpareil Of Favor"), um violão maluco após um rock a lá Rolling Stones ("And I´ve Seen a Bloody Shadow") ou uma levada empolgalte pra terminar com "Mingusings".

"Id Engager" talvez seja a única música homogênea do disco (não que isso seja um ponto fraco). Começa dançante, lá pelo meio da música você ainda está dançando, e quando ela termina você fica querendo ouvir mais ainda ! Talvez seja por isso que ela tenha sido escolhida como primeiro single do disco. Disco que será lançado no dia 7 de Outubro.

Sobre o lançamento do disco um amigo me puxou a orelha no primeiro post por eu não ter comentado mas guardei pra quando fose comentar o cd. O cd estará sendo lançado em vários formatos e com vários acompanhamentos. Mas como assim Du!?! as pessoas perguntam. ASSIM

camisetas, sacolas, latas e ESSE CAVALO !!!!! pelamordedeus...

tudo baseado na arte do cd, que é criada pelo irmão de Barnes (David) desde "The Gay Parade" de 1999.

Os pães de Queijo mais quentinhos: Nonpareil Of Favor, For Our Elegant Castle, Plastic Wafers e Id Engager.

bejomeligapradormir !

Pão de Queijo Esquecido no Forno !

Há ! apesar da demora o pão de queijo vai sair ! e vem em 3 fornadas !

Primeira Fornada !

Ah uma semana meio conturbada/atarefada, ida a são paulo para ver qual era a do Orloff Five.

A noite começou com Vanguart. Enquanto pouquissimas pessoas estavam no Via Funchal e eu estava recém saído do banheiro, a banda cuiabana começou a tocar. O show de 40 e poucos minutos foi bom mas como o público era pequeno (e muitos estavam sentados e apenas uma pequena aglomeração em frente do palco) ficou dificil empolgar alguém. Mas mesmo assim "Hey Yo Silver" e "Semáforo" tiveram coro e agradou.

Depois da única banda brasileira a se apresentar no festival, duas baterias foram colocadas no palco. Como não conhecia nem "Plasiticines" e nem "Melvins" pensei: não é o Hives. Depois de entrarem 4 marmanjos saquei: Melvins. figuras estranhas. Um cara vestido marinheiro e outro com um sobretudo e cabelos a lá valderrama. O último atendia pelo nome de Buzz Osbourne líder da banda, que eu já conhecia da apresentação do Fantômas no Claro que é Rock em 2006. O show foi barulhento e pesado, como de se esperar de umas das bandas favoritas do falecido Kurt Cobain. A banda me impressionou. não só pelo barulho mas pela abertura a experimentações. Em vários momentos do show (capitaneados pelo duo de bateristas) a música se descontrói e os integrantes meio improvisam meio dão umas pausas/meio ficam pirando na situação. E esse show foi o que proporcionou um dos momentos mais surreais da noite. em um certo momento do show no meio de uma música durante uma dessas pirações algo foi atirado na direção de Buzz.

Buzz: Easy, Easy, Easy...
Buzz: I Saw YOU! I SAW YOU! I SAW YOU!... (apontando para o dito cujo)

de repende "I SAW YOU!" vira um novo hino todos gritam e os integrantes da banda começam a fazer barulho e mais barulho. O guitarrista joga a guitarra no chão e sai. o show acaba.

O show do Melvins foi bom. a não ser pelas rodinhas mortíferas que surgiam e pelas pessoas que definitivamente não sabem brincar.

Logo depois Plasticines. Um colírio para os olhos de todos. 4 francesinhas bonitinhas, estilosinhas, com franjinhas e roqueirinhas. bom de ver. A música não é nada de excepcional mas é um rock garageiro (estilo The Donnas). mas pra mim o mais interessante é que elas sabem que boa parte do caras (e das minas tbm) não está muito atento ao som delas e sim NELAS. então a provocação e as insinuações são frequentes e tornam o a apresentação do quarteto francês muito mais interessante.

E depois pra fechar a noite a banda que eu estava esperando: Hives. e não me desapontaram. Num show poderoso e intenso privilegiaram as músicas do último cd "The Black And White Album" de 2007. Mas não deixaram de lado "some old stuff" e mandaram várias músicas dos "Tyranossaurus Hives" e do "Veni Vidi Vicious". mas também rolou uma inédita!

O show foi vigoroso com direito ao vocalista Howlin' Pelle Almqvist falando em português: "Bata palmas!", "Gritaí!", "Te amo São Paulo", e a mais engraçada vcs vão ter que ver o video pra descobrir !

de bom (ainda vou inventar um nome engraçadinho pra isso aqui) -> a humilhação pública do idiotinha proporcionada pelo Melvins, as gostosinhas do Plasticines e a energia do Hives

de ruim -> pessoas fumando mesmo sendo proibido, as rodinhas durante o show do melvins e a empurração toda no começo do show do hives que me fez sair de perto e poder curtir meu show em paz.


Fofuchinhas do Plasticines e os empolgadissimos The Hives (pra mim as duas bandas que mais me animaram):




Plasticines



The Hives

Ainda hoje as 2 fornadas restantes !

bjomeligapraminhagargantaparardedoer